Digamos que você esteja indo participar de uma seleção para um emprego e a parte mais importante da seleção é a entrevista, que será conduzida por seu provável futuro chefe. Você é uma pessoa bem formada, com um currículo escolar irretocável e tem alguma experiência em um cargo semelhante em outra empresa do setor. Tudo parece conspirar a seu favor, inclusive o fato de você já ter sido pré-selecionado. Mas nada disso faz você ficar calmo.
Então você trata de se informar. Pede conselho a pessoas experientes, lê alguns artigos sobre o assunto, e tenta lembrar-se das aulas da faculdade. Você então se dá conta que tudo aponta para a mesma questão: a entrevista é a parte mais importante do processo seletivo, porque é quando são avaliadas as qualidades humanas do candidato - e atualmente essas qualidades são mais valorizadas do que as técnicas, pois a empresa pode completar a capacitação, mas personalidade e caráter devem vir prontos.
Então, você se põe a fazer uma lista das características pessoais que a empresa provavelmente vai valorizar - ou as descobre em algum manual prático -, e pensa em treinar a maneira de demonstrar que você as possui. Entre as principais características você coloca:
1. Demonstrar segurança nas respostas, pois a empresa deseja pessoas que sejam seguras e confiantes ao tratar com situações novas e desconhecidas;
2. Olhar o entrevistador nos olhos, pois quem olha para todos os lados aparenta nervosismo e medo;
3. Deixar claro que você é uma pessoa ambiciosa, mas que considera que os desejos da empresa são a prioridade e que o trabalho da equipe deve ser respeitado, e você se sente em condições de liderar;
4. Esclarecer que você é capaz de assumir responsabilidades e que é um empreendedor nato, interessado em propor novas alternativas para o sucesso da empresa;
5. Ser sociável, interessado, claro e objetivo nas respostas, demonstrando capacidade de estabelecer relações, conviver com grupos e com situações de conflito;
6. E, acima de tudo, ser você mesmo e não tentar se fazer passar por uma pessoa perfeita, pois o entrevistador é capaz de perceber se você está tentando ser quem não é de verdade.
Estes seis tópicos são importantes, mas há outros, e o mais importante é que você seja tudo isso, e não apenas pareça ser. Além disso, informe-se sobre a empresa, especialmente sobre seus valores e princípios, o que pode ser obtido em seu site, e procure conversar com alguém que já trabalhe nela para saber um pouco sobre sua cultura. Isso vai ajudar você a referir-se a elementos dessa cultura. Os traços culturais mais comuns nas empresas na atualidade são: ética, excelência, responsabilidade, desenvolvimento continuo e inovação, mas há muitos outros, claro. Ao conhecer esse cardápio de qualidades que empresa valoriza, você saberá se você e a empresa foram feitos um para o outro. Caso você ache que sim, a entrevista não será mais que uma conversa entre amigos.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A dúvida dos presidenciáveis: recauchutar ou não a própria imagem?
Submeter-se à cirurgia plástica para parecer mais jovem, trocar o vestuário para ficar menos sisudo, falar de forma mais clara, ser mais simpático. Esses são alguns dos recursos que podem ser utilizados para seduzir alguém - e esse alguém pode ser o eleitor. Os candidatos a sedutor é claro, são os políticos. A menos de um ano da eleição, os principais pré-candidatos à Presidência já lançam mão das artimanhas - ou ao menos deveriam, segundo os marqueteiros. Confira no quadro abaixo a análise que esses profissionais fazem da imagem de cinco presidenciáveis e também o que esses políticos deveriam mudar para arrebatar o coração cansado do eleitor.
REVISTAS ABRIL
MAIS INFORMAÇÕES
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, saiu na frente. Fez plástica, trocou o guarda-roupa, está se esforçando para falar de maneira menos técnica, mais coloquial, e tem lutado para derreter a imagem de durona. Contudo, alterar demais a imagem para atrair votos pode ser uma estratégia arriscada.
"Sou contra impor a qualquer candidato um perfil que ele não tem, pois pode parecer falso. Toda fez que isso acontece, não dá certo", afirma Fernando Barros, diretor da agência de propaganda Propeg. "O marketing político não ganha eleição, só ajuda. Se for mal feito, até prejudica", diz Gaudêncio Torquato, diretor da GT Marketing e Comunicação. Às duas impressões, o publicitário Nelson Biondi, da Nova Estratégia, acrescenta: "Não adianta inventar muito porque, em geral, o eleitor já tem uma imagem do candidato formatada na cabeça".
REVISTAS ABRIL
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A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, saiu na frente. Fez plástica, trocou o guarda-roupa, está se esforçando para falar de maneira menos técnica, mais coloquial, e tem lutado para derreter a imagem de durona. Contudo, alterar demais a imagem para atrair votos pode ser uma estratégia arriscada.
"Sou contra impor a qualquer candidato um perfil que ele não tem, pois pode parecer falso. Toda fez que isso acontece, não dá certo", afirma Fernando Barros, diretor da agência de propaganda Propeg. "O marketing político não ganha eleição, só ajuda. Se for mal feito, até prejudica", diz Gaudêncio Torquato, diretor da GT Marketing e Comunicação. Às duas impressões, o publicitário Nelson Biondi, da Nova Estratégia, acrescenta: "Não adianta inventar muito porque, em geral, o eleitor já tem uma imagem do candidato formatada na cabeça".
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Jovem sai da cadeia graças ao Facebook
Um jovem acusado de um assalto no Brooklyn pode sair da cadeia depois de provar sua inocência, graças a um comentário postado no momento do crime no Facebook.
Rodney Bradford, de 19 anos, estava detido havia 12 dias na prisão de Rikers Island sob acusação de ter participado de um assalto no Brooklyn, em 17 de outubro passado, informou o jornal The New York Post.
Nesse mesmo dia, um minuto antes da hora do crime, Bradford tinha enviado um post para sua namorada grávida pelo Facebook, de um computador que estava na casa de seu pai.
O advogado usou o recado para demonstrar que seu cliente era inocente, o que foi apoiado por inúmeros testemunhos.
(Com agência France-Presse)
E tem gente que ainda duvida da força do Facebook.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Foram os hackers
Uma reportagem do programa 60 Minutes, da rede americana CBS, afirmou no último domingo que ataques de hackers podem ter causado apagões no Brasil em 2005 e em 2007. A reportagem cita um discurso em que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defende o fortalecimento da segurança do sistema, dizendo que "ataques deixaram cidades às escuras em outros países". Segundo fontes da CBS, Obama se referia ao Brasil.
Falta de Luz segundo o diretor de Itaipu, Jorge Samek, por volta das 22h30 de terça-feira, todas as 18 unidades geradoras da usina começaram a "rodar no vazio", ou seja, não conseguiam passar eletricidade para a rede distribuidora. O problema atingiu pelo menos 18 Estados: Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Goiás, Acre, Rondônia, Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte. Em alguns Estados, a situação foi normalizada entre a noite de terça-feira e a madrugada e manhã desta quarta-feira.
Segundo o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, três linhas de transmissão com problemas teriam causado o apagão. De acordo com o secretário, duas das linhas vão do Paraná a Itaberá, no sul de São Paulo, e outra liga Itaberá a Tijuco Preto, no sul de Minas Gerais. O problema, afirma Zimmermann, foi possivelmente causado por condições meteorológicas adversas.
Com 18 unidades geradoras e 14 mil megawatts de potência instalada, a usina binacional de Itaipu fornece 19,3% da energia consumida no Brasil e abastece 87,3% do consumo paraguaio. De acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS), 28,8 mil megawatts de potência foram perdidos com a pane, o que impossibilitou o fornecimento para as demais regiões. Para abastecer o Estado de São Paulo, por exemplo, são necessários cerca de 17 mil megawatts.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Plano de governo Lula
Ministério das Comunicações propõe criação de "Bolsa celular"
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um projeto de expansão da telefonia móvel para todos os beneficiários do programa Bolsa Família. Pelo projeto, todas as 11 milhões de famílias atendidas pelo programa receberiam de graça um celular e R$ 7 de crédito por mês.Segundo Costa, já há aprovação do projeto dentro do governo e por parte das empresas. O presidente Lula gostou da idéia e a empresa TIM já aceitou fazer parte do projeto. O governo está negociando com a Claro e com a Oi.Pelos cálculos do ministro, será necessário investimento das empresas de telefonia móvel de R$ 2 bilhões em dois anos para emplacar o programa. O governo abriria mão da arrecadação do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações) dessas linhas. As empresas estariam interessadas a aderir ao programa para alcançar as classes C e D, atendidas pelo Bolsa Família. O ministro Hélio Costa falou hoje à imprensa, após reunião com presidentes de empresas de telefonia móvel e fixa. Banda Larga O mesmo modelo de expansão da telefonia móvel pode ser adotado também para banda larga. Segundo Hélio Costa, "estamos em condições de fazer banda larga popular a R$ 9,99".Segundo Costa, se há três anos o empresariado estava disposto a emplacar o plano de internet discada a R$7,50, hoje seria possível colocar a R$ 9,99 o serviço de internet a 256Kb. Seria uma "meia-larga", mas palavras do ministro. Mas isso não foi discutido ainda com as empresas.
Este tipo de ação só revela com mais clareza a intenção do governo em manipular as mentes dos menos favorecidos a uma ilusão que o pais está cada dia melhor.
É óbvio que a campanha política já começou e pior, financiada por nós.
Outra ação do governo Lula que reforça este fato foi o presidente sancionar o plano de carreira dos PM's e Bombeiros do DF, que vejo como necessário no entanto aumentar o salário deles com benefícios, que podem chegar a R$1.000,00 enquanto isso militares de Rondônia denunciam ter que andar com a farda rasgada por falta de justas condições.
Este nosso Brasil parece mais um grande barco mal assombrado do que uma nação com ordem e progresso.
Huberson Teles
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um projeto de expansão da telefonia móvel para todos os beneficiários do programa Bolsa Família. Pelo projeto, todas as 11 milhões de famílias atendidas pelo programa receberiam de graça um celular e R$ 7 de crédito por mês.Segundo Costa, já há aprovação do projeto dentro do governo e por parte das empresas. O presidente Lula gostou da idéia e a empresa TIM já aceitou fazer parte do projeto. O governo está negociando com a Claro e com a Oi.Pelos cálculos do ministro, será necessário investimento das empresas de telefonia móvel de R$ 2 bilhões em dois anos para emplacar o programa. O governo abriria mão da arrecadação do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações) dessas linhas. As empresas estariam interessadas a aderir ao programa para alcançar as classes C e D, atendidas pelo Bolsa Família. O ministro Hélio Costa falou hoje à imprensa, após reunião com presidentes de empresas de telefonia móvel e fixa. Banda Larga O mesmo modelo de expansão da telefonia móvel pode ser adotado também para banda larga. Segundo Hélio Costa, "estamos em condições de fazer banda larga popular a R$ 9,99".Segundo Costa, se há três anos o empresariado estava disposto a emplacar o plano de internet discada a R$7,50, hoje seria possível colocar a R$ 9,99 o serviço de internet a 256Kb. Seria uma "meia-larga", mas palavras do ministro. Mas isso não foi discutido ainda com as empresas.
Este tipo de ação só revela com mais clareza a intenção do governo em manipular as mentes dos menos favorecidos a uma ilusão que o pais está cada dia melhor.
É óbvio que a campanha política já começou e pior, financiada por nós.
Outra ação do governo Lula que reforça este fato foi o presidente sancionar o plano de carreira dos PM's e Bombeiros do DF, que vejo como necessário no entanto aumentar o salário deles com benefícios, que podem chegar a R$1.000,00 enquanto isso militares de Rondônia denunciam ter que andar com a farda rasgada por falta de justas condições.
Este nosso Brasil parece mais um grande barco mal assombrado do que uma nação com ordem e progresso.
Huberson Teles
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Planeta Terra 9 de Novembro

Semana começa agitada.
Hoje faz 20 anos da queda do muro de Berlim, Madona desembarcando no Rio, Vasco comemora seu retorno a 1º divisão do Campeonato brasileiro, dólar despenca, a bolsa se eleva, dizem agora que a Geyse levantou a saia vermelha e com isto justifica sua expulsão da faculdade, agora estão dizendo que o espírito do Michael Jackson assombra uma casa na Inglaterra e para terminar... Barrichello vence ação contra o Orkut e vai receber indenização.
Enfim, mundo maluco. Isso é um micro fleche do que aconteceu hoje.
Imagina o mundo de oportunidades que passaram e por falta de uma percepção/ sensibilidade deixamos de ganhar mais uma fatia do mercado?
Um escolha correta pode fazer a diferença no seu dia de amanhã.
Vamos falar mais sobre estas repentinas oportunidades.
Enfim, mundo maluco. Isso é um micro fleche do que aconteceu hoje.
Imagina o mundo de oportunidades que passaram e por falta de uma percepção/ sensibilidade deixamos de ganhar mais uma fatia do mercado?
Um escolha correta pode fazer a diferença no seu dia de amanhã.
Vamos falar mais sobre estas repentinas oportunidades.
Huberson Teles
sábado, 7 de novembro de 2009
Reconhecimento da Profissão no Brasil
Desde a regulamentação da profissão no Brasil, em 1967, muitas atividades foram realizadas por diversas instituições, entre entidades representativas de classe, universidades, grupos autônomos e profissionais da área de RP no sentido do reconhecimento do seu papel e de sua potencialidade em diversos setores da sociedade.
Sendo uma profissão relativamente recente no país, uma das primeiras iniciativas nesse sentido foi a campanha "Relações Públicas. O profissional no lugar certo", do ano de 1982. Ela foi divulgada pela ABRP-DF (Associação Brasileira de Relações Públicas - seção do Distrito Federal) e aprovada pelo VII Congresso Brasileiro de Relações Públicas, realizado em Brasília, em setembro daquele ano. Os objetivos da campanha eram motivar as áreas governamentais e empresariais sobre a necessidade de contratarem um profissional de RP e orientar o próprio profissional sobre a importância das associações de classe e da sua correta atuação na área.
Com o surgimento da Internet, também foi possível estabelecer novas formas de ação para tornar a profissão mais reconhecida. Entre as ações mais antigas no mundo virtual, e presentes até hoje, estão o Portal de RP e Transmarketing (www.portal-rp.com.br) e o Portal Mundo RP (www.mundorp.com.br).
Entre fevereiro de 2006 e dezembro de 2007, foi realizada, pelo Portal RP-Bahia (www.rp-bahia.com.br), a Campanha Nacional de Valorização da Profissão de Relações Públicas, com o apoio de várias entidades, personalidades e autores da área, além de instituições de ensino, profissionais e estudantes de todas as partes do país. O seu lançamento nacional aconteceu dentro do programa oficial do 3rd World Public Relations Festival (III Congresso Mundial de Relações Públicas) realizado em Brasília, capital federal, em julho de 2006. Sua central na internet era acessada através pelo endereço www.campanha.rp-bahia.com.br e as suas ações de maior destaque foram: Prêmio Relações Públicas do Brasil - Duas edições: 2006/2007 - As cerimônias de premiação aconteceram dentro da programação oficial do Congresso da Intercom, que em 2006 foi em Brasília, e em 2007 em Santos; I Seminário Brasileiro de Valorização da Profissão de Relações Públicas - Sembrarp 2007 organizado em Salvador; Dia Nacional de Luta pela Valorização da Profissão de Relações Públicas - Ação em rede que em 2006 mobilizou a categoria em 16 estados da federação; e Livro Relações Públicas do Brasil - Volume I - lançado oficialmente em 26 de setembro de 2007, o Dia Interamericano de Relações Públicas, na Assembléia Legislativa do Estado da Bahia.
Antes da iniciativa da Campanha Nacional, foi criada uma lista de discussão virtual chamada Equipe-RP-Brasil, cuja proposta era criar coletivamente um plano nacional de Relações Públicas para a profissão. Dentro deste grupo surgiram outros, com propostas de ações locais e regionais que se organizassem em rede, num processo de proposição de intercâmbios iniciado em 1998 com a lista Mundo-RP no YahooGrupos. Embora o plano nacional proposto pela Equipe-RP-Brasil ainda esteja em processo de criação, pelo menos dois grupos estaduais, o MetRóPole (SP) e o Horizonte RP (MG), mantém-se ativos e com trabalhos coordenados entre si e com outros grupos.
Com o desenvolvimento de tecnologias de produção de conteúdo pelo usuário, cada vez mais acessíveis na internet, observou-se também um aumento no número de blogs e sites que tratassem do assunto do reconhecimento profissional, por vezes não diretamente mas sim por meio da expressão das conquistas dos profissionais, das agências e das organizações contratantes, com a proposta de instaurar e consolidar uma nova perspectiva para a área.
Um grande problema que os estudantes de Relações Públicas enfrentam atualmente são os estágios em desacordo com as atividades do curso. Grande parte das vagas de estágio oferecidas têm como atividades as funções de secretária, recepcionista e área de vendas, funções extremamente importantes, mas que não são do profissional de RP. A profissão é muito importante para uma empresa, e as atividades em estágios e até mesmo no exercicio da profissão não podem ser restringidas a funções que pessoas que não cursam uma faculdade podem exercer.
Sendo uma profissão relativamente recente no país, uma das primeiras iniciativas nesse sentido foi a campanha "Relações Públicas. O profissional no lugar certo", do ano de 1982. Ela foi divulgada pela ABRP-DF (Associação Brasileira de Relações Públicas - seção do Distrito Federal) e aprovada pelo VII Congresso Brasileiro de Relações Públicas, realizado em Brasília, em setembro daquele ano. Os objetivos da campanha eram motivar as áreas governamentais e empresariais sobre a necessidade de contratarem um profissional de RP e orientar o próprio profissional sobre a importância das associações de classe e da sua correta atuação na área.
Com o surgimento da Internet, também foi possível estabelecer novas formas de ação para tornar a profissão mais reconhecida. Entre as ações mais antigas no mundo virtual, e presentes até hoje, estão o Portal de RP e Transmarketing (www.portal-rp.com.br) e o Portal Mundo RP (www.mundorp.com.br).
Entre fevereiro de 2006 e dezembro de 2007, foi realizada, pelo Portal RP-Bahia (www.rp-bahia.com.br), a Campanha Nacional de Valorização da Profissão de Relações Públicas, com o apoio de várias entidades, personalidades e autores da área, além de instituições de ensino, profissionais e estudantes de todas as partes do país. O seu lançamento nacional aconteceu dentro do programa oficial do 3rd World Public Relations Festival (III Congresso Mundial de Relações Públicas) realizado em Brasília, capital federal, em julho de 2006. Sua central na internet era acessada através pelo endereço www.campanha.rp-bahia.com.br e as suas ações de maior destaque foram: Prêmio Relações Públicas do Brasil - Duas edições: 2006/2007 - As cerimônias de premiação aconteceram dentro da programação oficial do Congresso da Intercom, que em 2006 foi em Brasília, e em 2007 em Santos; I Seminário Brasileiro de Valorização da Profissão de Relações Públicas - Sembrarp 2007 organizado em Salvador; Dia Nacional de Luta pela Valorização da Profissão de Relações Públicas - Ação em rede que em 2006 mobilizou a categoria em 16 estados da federação; e Livro Relações Públicas do Brasil - Volume I - lançado oficialmente em 26 de setembro de 2007, o Dia Interamericano de Relações Públicas, na Assembléia Legislativa do Estado da Bahia.
Antes da iniciativa da Campanha Nacional, foi criada uma lista de discussão virtual chamada Equipe-RP-Brasil, cuja proposta era criar coletivamente um plano nacional de Relações Públicas para a profissão. Dentro deste grupo surgiram outros, com propostas de ações locais e regionais que se organizassem em rede, num processo de proposição de intercâmbios iniciado em 1998 com a lista Mundo-RP no YahooGrupos. Embora o plano nacional proposto pela Equipe-RP-Brasil ainda esteja em processo de criação, pelo menos dois grupos estaduais, o MetRóPole (SP) e o Horizonte RP (MG), mantém-se ativos e com trabalhos coordenados entre si e com outros grupos.
Com o desenvolvimento de tecnologias de produção de conteúdo pelo usuário, cada vez mais acessíveis na internet, observou-se também um aumento no número de blogs e sites que tratassem do assunto do reconhecimento profissional, por vezes não diretamente mas sim por meio da expressão das conquistas dos profissionais, das agências e das organizações contratantes, com a proposta de instaurar e consolidar uma nova perspectiva para a área.
Um grande problema que os estudantes de Relações Públicas enfrentam atualmente são os estágios em desacordo com as atividades do curso. Grande parte das vagas de estágio oferecidas têm como atividades as funções de secretária, recepcionista e área de vendas, funções extremamente importantes, mas que não são do profissional de RP. A profissão é muito importante para uma empresa, e as atividades em estágios e até mesmo no exercicio da profissão não podem ser restringidas a funções que pessoas que não cursam uma faculdade podem exercer.
Huberson Teles
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
RP no Brasil
O primeiro Departamento de Relações Públicas, com essa denominação, criado no Brasil surgiu em 30 de janeiro de 1914. Pertencia à "Light" (The Light and Power Co. Ltda.), companhia canadense estabelecida no Brasil e concessionária da iluminação pública e do transporte coletivo da cidade de São Paulo (SP). A direção desse Departamento de Relações Públicas foi entregue ao engenheiro Eduardo Pinheiro Lobo. A Lei nº 7.197, de 14 junho de 1984, concedeu-lhe o título de pioneiro das Relações Públicas no Brasil, e estabeleceu o aniversário de seu nascimento, dia 2 de dezembro, como o Dia Nacional das Relações Públicas.
Em 21 de julho de 1954, na sede do Instituto de Organização Racional do trabalho (IDORT), também em São Paulo, foi fundada a Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP), por 27 estudiosos e praticantes de Relações Públicas. Sua primeira diretoria foi a seguinte: presidente, Hugo Barbieri; vice-presidente, Ubirajara Martins; secretário geral, Mey Nunes de Souza; primeiro-secretário, Álvaro Roberto Mendes Gonçalves; primeiro tesoureiro, Jonas Snyder; segundo tesoureiro, Nelson Ramos Nóbrega; conselho consultivo: Murilo Mendes, Anibal Bonfim e Ignácio Penteado da Silva Telles.
O primeiro curso universitário foi criado em 16 de junho de 1966, na Escola de Comunicação e Cultura da Universidade de São Paulo, que, em 1969, passou a se chamar Escola de Comunicação e Artes (ECA-USP).
A partir de 11 de dezembro de 1967, a profissão passou a ser regulamentada no país pela Lei nº 5377 (regulamentada pelo Decreto nº 63.283, de 26 de setembro de 1968). Novos trabalhos foram sendo desenvolvidos para organizar a efetivação da legislação. Foi estabelecido então o Sistema CONFERP, formado pelo Conselho Federal e pelos Conselhos Regionais de Relações Públicas. Sua criação ocorreu em 11 de setembro de 1969, pelo Decreto-Lei nº 860, e sua regulamentação aconteceu em 4 de maio de 1971, pelo Decreto nº 68.582/71. Definiu-se, desta forma, que somente podem exercer a profissão no Brasil os indivíduos formados em curso superior de Relações Públicas (ou equivalente no exterior, com o diploma devidamente reconhecido no Brasil) e que estejam registrados em seu respectivo Conselho Regional.
Em 1972, o CONFERP (Conselho Federal de Relações Públicas) aprovou o Código de Ética, regulando o comportamento a ser obedecido pelos que exercem a profissão, enfatizando o respeito aos princípios da “Declaração Universal dos Direitos do Homem” e o compromisso com a verdade e com a manutenção do diálogo e da livre circulação de informações.
Em 21 de julho de 1954, na sede do Instituto de Organização Racional do trabalho (IDORT), também em São Paulo, foi fundada a Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP), por 27 estudiosos e praticantes de Relações Públicas. Sua primeira diretoria foi a seguinte: presidente, Hugo Barbieri; vice-presidente, Ubirajara Martins; secretário geral, Mey Nunes de Souza; primeiro-secretário, Álvaro Roberto Mendes Gonçalves; primeiro tesoureiro, Jonas Snyder; segundo tesoureiro, Nelson Ramos Nóbrega; conselho consultivo: Murilo Mendes, Anibal Bonfim e Ignácio Penteado da Silva Telles.
O primeiro curso universitário foi criado em 16 de junho de 1966, na Escola de Comunicação e Cultura da Universidade de São Paulo, que, em 1969, passou a se chamar Escola de Comunicação e Artes (ECA-USP).
A partir de 11 de dezembro de 1967, a profissão passou a ser regulamentada no país pela Lei nº 5377 (regulamentada pelo Decreto nº 63.283, de 26 de setembro de 1968). Novos trabalhos foram sendo desenvolvidos para organizar a efetivação da legislação. Foi estabelecido então o Sistema CONFERP, formado pelo Conselho Federal e pelos Conselhos Regionais de Relações Públicas. Sua criação ocorreu em 11 de setembro de 1969, pelo Decreto-Lei nº 860, e sua regulamentação aconteceu em 4 de maio de 1971, pelo Decreto nº 68.582/71. Definiu-se, desta forma, que somente podem exercer a profissão no Brasil os indivíduos formados em curso superior de Relações Públicas (ou equivalente no exterior, com o diploma devidamente reconhecido no Brasil) e que estejam registrados em seu respectivo Conselho Regional.
Em 1972, o CONFERP (Conselho Federal de Relações Públicas) aprovou o Código de Ética, regulando o comportamento a ser obedecido pelos que exercem a profissão, enfatizando o respeito aos princípios da “Declaração Universal dos Direitos do Homem” e o compromisso com a verdade e com a manutenção do diálogo e da livre circulação de informações.
Huberson Teles
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Objetivos do Relações Públicas

§ Construir, manter ou reformar a reputação positiva de uma instituição, seja ela um produto, uma marca, uma empresa, uma entidade, uma organização civil ou governamental, uma pessoa física;
§ Pensar e gerenciar as relações da organização com todos os seus públicos e o impacto na reputação;
§ Gerenciar crises;
§ Planejar e organizar eventos dentro do conceito Institucional e Organizacional visando objetivos estratégicos de relacionamento público;
§ Promover pesquisas de opinião pública;
§ Planejar e produzir publicações institucionais;
§ Desenvolver atividades de relacionamento com a mídia (muito mais amplas que o termo popularmente conhecido - assessoria de imprensa);
§ Identificar potenciais patrocinadores e fazer parcerias e convênios;
§ Desenvolver atividades de relacionamento com a comunidade a partir de políticas de responsabilidade social;
§ Reconciliar o interesse público ou ajustar com este, dos aspectos de uma conduta individual ou institucional que tem significado social.
§ Desenvolver através da Comunicação o entendimento do Público Interno às orientações diretivas conforme Planejamento Estratégico estabelecido em função de objetivos organizacionais.
§ Identificar e/ou construir canais e códigos de linguagens que possibilitem a aceitação dos públicos em função dos Objetivos Organizacionais de forma ética e democrática.
§ Monitorar as variáveis de comportamento dos públicos de interesse da organização.
§ Instrumentalizar através de informações estratégicas a cúpula diretiva para permitir decisões claras e lógicas face ao contexto político/social/econômico/tecnológico em que está inserido a Empresa/Organização.
Hoje em dia as relações públicas estão a enfrentar uma série de desafios novos graças à web. Desde o aparecimento dos chamados "Social Media" passando pela exigência de uma transparência cada vez maior. Esses desafios têm vindo a modificar os objetivos das relações públicas.
§ Pensar e gerenciar as relações da organização com todos os seus públicos e o impacto na reputação;
§ Gerenciar crises;
§ Planejar e organizar eventos dentro do conceito Institucional e Organizacional visando objetivos estratégicos de relacionamento público;
§ Promover pesquisas de opinião pública;
§ Planejar e produzir publicações institucionais;
§ Desenvolver atividades de relacionamento com a mídia (muito mais amplas que o termo popularmente conhecido - assessoria de imprensa);
§ Identificar potenciais patrocinadores e fazer parcerias e convênios;
§ Desenvolver atividades de relacionamento com a comunidade a partir de políticas de responsabilidade social;
§ Reconciliar o interesse público ou ajustar com este, dos aspectos de uma conduta individual ou institucional que tem significado social.
§ Desenvolver através da Comunicação o entendimento do Público Interno às orientações diretivas conforme Planejamento Estratégico estabelecido em função de objetivos organizacionais.
§ Identificar e/ou construir canais e códigos de linguagens que possibilitem a aceitação dos públicos em função dos Objetivos Organizacionais de forma ética e democrática.
§ Monitorar as variáveis de comportamento dos públicos de interesse da organização.
§ Instrumentalizar através de informações estratégicas a cúpula diretiva para permitir decisões claras e lógicas face ao contexto político/social/econômico/tecnológico em que está inserido a Empresa/Organização.
Hoje em dia as relações públicas estão a enfrentar uma série de desafios novos graças à web. Desde o aparecimento dos chamados "Social Media" passando pela exigência de uma transparência cada vez maior. Esses desafios têm vindo a modificar os objetivos das relações públicas.
Huberson Teles
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
O papel do profissional
O profissional é o responsável pela comunicação integrada da organização, pela sua comunicação com os mais diversos públicos (público interno, público setorial e público externo) e pela comunicação institucional. Para isso usará diversos instrumentos e canais de comunicação, entre eles os house organs (jornais, revistas, boletins etc) e os eventos (seminários, encontros, reuniões etc).
Desenvolve e destaca o relacionamento institucional com os públicos estratégicos, identificando oportunidades e necessidades de comunicação da instituição com a sociedade, seja em situações harmônicas ou controversas.
O profissional de Relações Públicas planeja, executa e avalia as políticas de relacionamento da instituição, de maneira ética e estratégica, com todos os segmentos sociais, dando suporte para que ela se adapte num ambiente de constante transformação. Em resumo é um profissional que trabalha com Comunicação Estratégica e Mediada.
Relações Públicas é o profissional que administra interações no mundo moderno, democrático, onde haja diferença.
Desenvolve e destaca o relacionamento institucional com os públicos estratégicos, identificando oportunidades e necessidades de comunicação da instituição com a sociedade, seja em situações harmônicas ou controversas.
O profissional de Relações Públicas planeja, executa e avalia as políticas de relacionamento da instituição, de maneira ética e estratégica, com todos os segmentos sociais, dando suporte para que ela se adapte num ambiente de constante transformação. Em resumo é um profissional que trabalha com Comunicação Estratégica e Mediada.
Relações Públicas é o profissional que administra interações no mundo moderno, democrático, onde haja diferença.
Huberson Teles
O profissional de Relações Públicas
Relações Públicas designa a profissão e relações-públicas o profissional dessa atividade de comunicação. Relações Públicas ofertam uma variedade de funções a serem exercidas para as diversas organizações (sejam elas privadas, públicas ou do terceiro setor), sempre com vistas à manutenção do equilíbrio entre estas e os públicos com os quais interagem.
O objetivo do trabalho é o equilíbrio entre a identidade e a imagem de uma organização, focando a imagem institucional e trabalhando a relação com a opinião pública.
A Associação Brasileira de Relações Públicas propôs em 1955 o seguinte conceito para a profissão: "Relações Públicas é a atividade e o esforço deliberado, planejado e contínuo para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja, direta ou indiretamente, ligada"
A Associação Brasileira de Relações Públicas propôs em 1955 o seguinte conceito para a profissão: "Relações Públicas é a atividade e o esforço deliberado, planejado e contínuo para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja, direta ou indiretamente, ligada"
Huberson Teles
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